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Resposta direta: Crédito sustenta o lucro, serviços ficam parados e a inadimplência dá o primeiro sinal.
O Itaú (ITUB4) reportou lucro recorrente de R$ 12,617 bilhões no 3T26, alta de 1,7% no trimestre e 6,2% em 12 meses (números do Valor), levemente acima dos R$ 12,506 bilhões projetados pelos analistas consultados. A projeção compilada pela LSEG era de R$ 12,6 bi. O ROE ficou em 23,6%, segundo o Money Times, que também menciona os "primeiros sinais de pressão na inadimplência". A Exame destacou a 12ª alta seguida do lucro, com rentabilidade em queda e receitas de serviços estagnadas. (Atenção: o Money Times reporta variações ligeiramente diferentes, +6,7% anual e +2,5% trimestral; ficamos com a base do Valor.)
No resto da temporada:
- BB Seguridade (BBSE3): lucro gerencial de R$ 2,4 bi, queda de 5,1% (R$ 129,8 milhões a menos), pressionado por BrasilSeg e BB Corretora.
- RD Saúde (RADL3): lucro de R$ 439 milhões, alta de 9,2%, com vendas maiores e menos despesa financeira, mas margens pressionadas.
- Marcopolo (POMO4): lucro de R$ 186,5 milhões, queda de 43%, com volume de ônibus -42,8% no exterior e -22,6% no Brasil.
- Patria: lucro líquido de US$ 7,2 milhões, queda de 68% ante US$ 22,5 milhões, mas a gestora bateu a meta de captação de 2026.
Leitura: a diferença entre os resultados é o grau de exposição a juro e consumo. O que acompanhar: a trajetória da inadimplência nos próximos balanços.
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 03/11/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
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