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Big techs: Meta entre lucro, caixa negativo e uma condenação bilionária

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Resposta direta: Tesla e SpaceX, Safran e o apetite global por data centers.

Na quarta (21/10), a Justiça do Novo México determinou que a empresa pague US$ 25 bilhões depois de um júri concluir que a companhia enganou consumidores no processo ligado à Cambridge Analytica. Também na semana, a Forbes noticiou que um acordo de desdobramento de ações manterá Mark Zuckerberg na Califórnia em meio à ameaça de um imposto sobre bilionários, e congressistas americanos cobraram a Meta sobre medidas para as eleições brasileiras (Valor, ontem, 23/10).

Na Tesla, o Valor registra receita estável no 3T e fluxo de caixa livre positivo "surpreendente", apesar dos pesados investimentos em IA e robótica. Ao mesmo tempo, Elon Musk disse que as duas empresas criaram comitês independentes para estudar uma possível fusão com a SpaceX, que ele chamou de "uma boa ideia", e que a união criaria uma empresa avaliada em US$ 3,6 trilhões (Valor, 22/10).

O pano de fundo é o dinheiro da IA: o InfoMoney reporta que o investimento em data centers deve mais que dobrar e chegar a US$ 2,1 trilhões até 2028, com fabricantes de chips e desenvolvedores de servidores entre os maiores beneficiários. Mas nem tudo é lucro: a Google derrubou ilegalmente 250 mil árvores na Finlândia para construir um data center, e autoridades mandaram parar as obras; 93 mil pessoas assinaram petição contra data centers no país.

O que acompanhar: os detalhes do caixa da Meta e qualquer avanço formal na discussão Tesla-SpaceX.

Esta análise faz parte do resumo do mercado de 23/10/2026, com o giro do dia e todas as fontes.

EQ
Equit Capital
Assessoria de investimentos · Safra Invest

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