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Resposta direta: Enquanto a atenção do país estava grudada na TV assistindo ao debate da Band ontem à noite (23/08), o bitcoin fazia a festa sozinho. Segundo o Money Times, por volta das 10h20 (horário de Brasília) de ontem (23/08) o BTC operava a US$ 77.458,43, alta de 0,39% em 24 horas — mas o dado que importa é…
Enquanto a atenção do país estava grudada na TV assistindo ao debate da Band ontem à noite (23/08), o bitcoin fazia a festa sozinho. Segundo o Money Times, por volta das 10h20 (horário de Brasília) de ontem (23/08) o BTC operava a US$ 77.458,43, alta de 0,39% em 24 horas — mas o dado que importa é o acumulado da semana: avanço de mais de 22%, o maior ganho semanal em anos, segundo o InfoMoney. O rali "ressuscitou a euforia" no mercado cripto, eliminou apostas pessimistas que se acumulavam desde a correção do meio do ano e voltou a puxar recursos para os ETFs de bitcoin. Para quem segura BTC ou ETF cripto na carteira, o ponto de atenção não é só o preço — é a sustentabilidade. O próprio InfoMoney levanta a dúvida que separa rali de bolha: a demanda sustentada (leia-se, fluxo contínuo para ETFs, não só cobertura de posições vendidas) é a chave para saber se o "rumo aos US$ 80 mil" vira novo patamar ou vira pavio curto. Vale acompanhar o fluxo diário de ETFs de bitcoin nos EUA nesta semana — é o proxy mais confiável de demanda institucional real.
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