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Resposta direta: O Brasil terminou o primeiro semestre reprecificando juros e olhando para a conta fiscal, na contramão da festa de Wall Street. O Ibovespa recuou mais de 1% no intradia, pressionado por Vale, Petrobras e bancos, e fechou em queda junto com o dólar após um relatório fraco de ocupação do Caged. Os ju…
O Brasil terminou o primeiro semestre reprecificando juros e olhando para a conta fiscal, na contramão da festa de Wall Street. O Ibovespa recuou mais de 1% no intradia, pressionado por Vale, Petrobras e bancos, e fechou em queda junto com o dólar após um relatório fraco de ocupação do Caged. Os juros futuros, que subiam pela manhã, passaram a recuar no fechamento. No câmbio, o dólar chegou a encostar em R$ 5,20 no intradia antes de arrefecer. A dívida líquida do setor público subiu para 67,9% do PIB em maio (R$ 8,898 trilhões), e a dívida bruta avançou para 81,1% do PIB, acima do esperado. Enquanto isso, as bolsas americanas fecham o melhor primeiro semestre em 5 anos.
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