Receba a Equity News no seu e-mail
Inteligência de mercado, todo dia útil de manhã. De graça.
✓ Pronto! Você vai receber a próxima edição.
Algo deu errado. Tente de novo em instantes.
Resposta direta: Com Wall Street de folga pelo 250º aniversário da independência americana, o mundo girou em marcha lenta. Foi uma sessão de baixa liquidez clássica, daquelas em que qualquer ordem maior mexe o ponteiro mais do que deveria. Antes de baixar as portas, porém, o Dow Jones cravou mais um recorde históri…
Com Wall Street de folga pelo 250º aniversário da independência americana, o mundo girou em marcha lenta. Foi uma sessão de baixa liquidez clássica, daquelas em que qualquer ordem maior mexe o ponteiro mais do que deveria. Antes de baixar as portas, porém, o Dow Jones cravou mais um recorde histórico na véspera, e o clima positivo respingou na Ásia, que fechou no azul. O FTSE 100 britânico segue rondando máximas de quatro meses. A tese do "excepcionalismo americano" voltou ao debate: mesmo com dúvidas, os índices dos EUA seguiram como o destaque das bolsas globais no semestre. Sem o fluxo lá fora, o pregão local virou refém de fatores domésticos.
Quer aplicar isso ao seu caso?
Faça nosso diagnóstico em 4 minutos ou converse com um consultor Equit. Análise inicial sem compromisso.