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Resposta direta: A Porto Asset chamou atenção pro fato de que, em parte do universo de crédito privado, a dívida das empresas já supera a geração de caixa — vulnerabilidade concentrada sobretudo entre companhias high yield. A recomendação da casa é seletividade, mesmo com a perspectiva de novos cortes na Selic no r…
A Porto Asset chamou atenção pro fato de que, em parte do universo de crédito privado, a dívida das empresas já supera a geração de caixa — vulnerabilidade concentrada sobretudo entre companhias high yield. A recomendação da casa é seletividade, mesmo com a perspectiva de novos cortes na Selic no radar. No mesmo pacote de destaques da semana, o mercado foi pego de surpresa por uma deflação, o que levou assessores de investimento a reduzir aposta em ações — enquanto as atenções também se voltam pras projeções de Selic e IPCA-15 e pra recuperação da Braskem. Pra quem investe: o combo é contraintuitivo à primeira vista — juro em rota de queda deveria aliviar o crédito, mas o estoque de dívida acumulado em anos de Selic elevada ainda está sendo digerido, e nem todo emissor aguenta a travessia. Vale reforçar a seletividade em crédito privado, especialmente em papéis high yield, e acompanhar de perto a leitura do IPCA-15 como termômetro de curto prazo pra trajetória da Selic.
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