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Resposta direta: No balanço do 1º semestre, a Nestlé apontou Brasil e México como os principais mercados por trás do crescimento nas Américas. Na América Latina, o crescimento orgânico foi de 5,8% no 2º trimestre, com RIG (Crescimento Interno Real) de 4,2%. A CFO Anna Manz destacou que a desaceleração dos reajustes…
No balanço do 1º semestre, a Nestlé apontou Brasil e México como os principais mercados por trás do crescimento nas Américas. Na América Latina, o crescimento orgânico foi de 5,8% no 2º trimestre, com RIG (Crescimento Interno Real) de 4,2%. A CFO Anna Manz destacou que a desaceleração dos reajustes de preço contribuiu para o resultado, indicando que o avanço vem mais de volume e mix do que de repasse de preço — sinal de demanda mais saudável. Para o investidor, é um recado positivo sobre a resiliência do consumo doméstico brasileiro.
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