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Resposta direta: O destaque do dia de ontem (24/07) foi o petróleo passando de US$ 100 o barril, um patamar psicológico que o mercado não cruzava com naturalidade fazia tempo. A reação foi de manual: bolsas em queda e juros globais sob pressão. Petróleo caro empurra a inflação pra cima, o que trava os cortes de jur…
O destaque do dia de ontem (24/07) foi o petróleo passando de US$ 100 o barril, um patamar psicológico que o mercado não cruzava com naturalidade fazia tempo. A reação foi de manual: bolsas em queda e juros globais sob pressão. Petróleo caro empurra a inflação pra cima, o que trava os cortes de juro, e juro global mais firme aperta o custo de capital. Para o investidor brasileiro, o choque ramifica em petroleiras (vento a favor nas receitas, mas risco de política de preços), inflação e Selic (repasse em combustíveis contamina cadeia), e câmbio (aversão a risco fortalece dólar contra emergentes). O que acompanhar: se o rompimento dos US$ 100 é pico pontual ou novo patamar, e a próxima leva de dados de inflação.
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