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Resposta direta: O Ibovespa flertou com máximas desde maio, impulsionado por fluxo estrangeiro (R$ 1,3 bilhão aportados em 4/09, R$ 5,3 bi no mês e R$ 23,6 bi no ano), mas reverteu e fechou com queda de quase 1% devido à alta do petróleo, que se aproximou de US$ 100 por barril em meio à crise no Oriente Médio. O mo…
O Ibovespa flertou com máximas desde maio, impulsionado por fluxo estrangeiro (R$ 1,3 bilhão aportados em 4/09, R$ 5,3 bi no mês e R$ 23,6 bi no ano), mas reverteu e fechou com queda de quase 1% devido à alta do petróleo, que se aproximou de US$ 100 por barril em meio à crise no Oriente Médio. O movimento também derrubou bolsas de Nova York e pressionou rendimentos dos Treasuries. O rali recente reduziu posições vendidas, mas ainda há apostas relevantes na baixa em algumas ações, indicando divisão sobre a sustentabilidade da alta.
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