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Resposta direta: O Brent encostou novamente nos US$ 100 o barril na quinta (23/07), na quinta sessão consecutiva de alta. O gatilho é geopolítico: os EUA concluíram a 12ª noite consecutiva de ataques contra o Irã, os houthis reivindicaram ataque a dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho e Teerã reiterou a doutrin…
O Brent encostou novamente nos US$ 100 o barril na quinta (23/07), na quinta sessão consecutiva de alta. O gatilho é geopolítico: os EUA concluíram a 12ª noite consecutiva de ataques contra o Irã, os houthis reivindicaram ataque a dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho e Teerã reiterou a doutrina do 'olho por olho'. Durante o pregão de terça (22/07), o petróleo já havia saltado 3%, rondando os US$ 95. O barril caro tem dois lados para o Brasil: Petrobras e o real se beneficiam (a Petrobras embolsou R$ 1,7 bilhão de subsídio ao diesel), mas petróleo em alta é gasolina mais cara e risco extra para inflação e juros. A EasyJet registrou lucro despencando 70% por causa do custo de combustível. Some a isso o iene batendo 163 por dólar, a mínima em quase 40 anos.
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