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Resposta direta: Do "não reconheço" à ação de investigação judicial eleitoral em menos de um dia.
Logo após o resultado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) disse que não reconhecia o resultado e que pediria anulação ao TSE. Ele questionou decisão do ministro Zanin que prorrogou a votação e denunciou a retirada de fiscais do PL da sala-cofre. As acusações não foram comprovadas, segundo o InfoMoney. Mais tarde, ele passou a dizer que vai pedir a cassação da chapa de Lula. Segundo o Valor, a campanha deve entrar com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) por suposto abuso de poder econômico, e especialistas veem baixa chance de a eleição ser anulada. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido respeita o resultado proclamado pelo TSE.
Lula, em discurso de vitória, agradeceu à juventude, criticou big techs e reafirmou o compromisso de "governar para todos". Alcolumbre e Motta pediram conciliação, e o presidente da CNI, Ricardo Alban, defendeu a união do país: "Chega de nós contra eles". Um deputado do PL de Santa Catarina, Bruno Souza, defendeu plebiscito sobre a independência do Sul, e o InfoMoney questiona se a proposta é constitucional. Segundo o TSE (via Valor), o segundo turno levou quase 3 milhões de eleitores às urnas a mais que o primeiro.
Para o investidor brasileiro: o risco político imediato de contestação parece menor, e isso pode ajudar o prêmio de risco com o tempo. O risco fiscal, porém, continua dominando, e a questão do ministro da Fazenda segue em aberto.
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 26/10/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
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