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Resposta direta: Petrobras e Vale puxaram, a política econômica empurrou.
O Ibovespa chegou a perder os 165 mil pontos na pior hora do pregão, devolveu parte da queda e fechou em baixa de 1,42%, aos 165.529 pontos, o sexto pregão seguido de perdas. É o menor fechamento desde 19/01, quando o índice encerrou em 164.849 pontos. O Valor aponta como pressão a formação da equipe econômica e a queda intensa de Petrobras e Vale.
Na Petrobras, o InfoMoney explicou que Brent e WTI chegaram a abrir em alta, mas passaram a cair após forte queda na segunda-feira (02/11); a Exame registrou tombo de 5% da ação na sessão. A Fitch afirmou o rating BB da companhia com perspectiva estável, decisão atrelada à nota soberana do Brasil.
Na ponta de dados de fluxo, os estrangeiros retiraram R$ 100,8 milhões da B3 em 29/10, mas o saldo do mês seguia positivo em R$ 8,4 bilhões e o do ano em R$ 35,8 bilhões.
Na ponta vendedora das recomendações, a coisa foi feia: Cogna (COGN3) desabou mais de 12% após o Citi rebaixar para venda e cortar o preço-alvo de R$ 2,50 para R$ 1,20; Dasa (DASA3) caiu cerca de 16% após o UBS BB reduzir a recomendação, citando a exposição a juros elevados. Já Embraer (EMBJ3) subiu entre 4% e 5% com dólar mais forte e acordo de venda de aviões militares para a Grécia.
O que acompanhar: a defesa técnica na região dos 165 mil pontos e o desfecho do Copom.
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 03/11/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
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