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Resposta direta: O mercado achou motivo para gostar de governo dividido.
Os democratas retomaram a Câmara e, segundo a Forbes, viraram sete cadeiras republicanas no Senado. Trump parabenizou os adversários e minimizou o impacto, conforme o Valor. A reação em Nova York foi forte: o Valor registra que o Dow Jones teve o melhor dia desde abril de 2025, e o Money Times apontou salto de mais de 1.000 pontos nos primeiros minutos do pregão. A leitura do Valor é que o resultado e o reconhecimento por Trump reduziram a incerteza política, e o tombo do petróleo ajudou. A MarketWatch resume: Wall Street "finds reasons to cheer".
Para o Brasil, o efeito foi direto: o Ibovespa subiu mais de 1% e interrompeu seis quedas seguidas, com juros futuros caindo junto com os Treasuries. O Valor destaca ainda que, para o governo Lula, o principal risco na relação com os EUA seria uma eventual regulação de big techs (Christopher Garman, da Eurasia), enquanto o ministro José Guimarães espera "mudança de 180 graus" na relação bilateral.
Quem perdeu foi Elon Musk: Tesla e SpaceX recuaram mais de 4% no pré-mercado (Valor), depois de ele ter investido quase US$ 450 milhões no Partido Republicano (InfoMoney).
O que acompanhar: investigações e audiências prometidas pelos democratas e o apetite real por impeachment (a Forbes cita pesquisa Politico com 50% a favor, mas vê apetite limitado no Congresso).
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 04/11/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
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