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Resposta direta: A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã empurrou o petróleo para acima de US$ 105 o barril em 10/09, pesando sobre ativos de risco no mundo todo, inclusive o Ibovespa. O pregão teve forte volatilidade: a Bolsa caiu de manhã, virou para alta e retomou os 188 mil pontos à tarde. A Petrobras…
A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã empurrou o petróleo para acima de US$ 105 o barril em 10/09, pesando sobre ativos de risco no mundo todo, inclusive o Ibovespa. O pregão teve forte volatilidade: a Bolsa caiu de manhã, virou para alta e retomou os 188 mil pontos à tarde. A Petrobras ganhou força com o petróleo acima de US$ 100 — por volta das 11h15, a PETR4 subia 0,91%, a R$ 48,86, liderando o volume na B3. No mesmo dia, a estatal protagonizou uma novela de precificação: após o governo anunciar subsídio de R$ 0,63 por litro, a Petrobras chegou a comunicar reajuste, mas corrigiu e anunciou queda de R$ 0,19 por litro no preço para distribuidoras, levando a gasolina A a R$ 3,05 por litro. Para quem investe, a lição é que notícias geopolíticas podem atropelar o book e a política de preços da Petrobras segue tema sensível em ano eleitoral.
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