Receba a Equity News no seu e-mail
Inteligência de mercado, todo dia útil de manhã. De graça.
✓ Pronto! Você vai receber a próxima edição.
Algo deu errado. Tente de novo em instantes.
Resposta direta: Banco repassa o custo do dinheiro mais caro ao tomador.
Com a disparada dos juros futuros, os bancos começaram a ajustar as taxas do financiamento imobiliário. Ontem (29/10), o Itaú elevou a taxa mínima para 12,95% ao ano, seguindo o Bradesco, que informou a parceiros, na semana, o aumento em todas as linhas. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, outros bancos devem anunciar ajustes ainda esta semana. A leitura da InfoMoney é de que as decisões refletem mais um ambiente momentâneo de incerteza do que uma mudança definitiva.
O pano de fundo é o pós-eleição. Segundo a InfoMoney, a Bolsa acumulava queda de quase 17% na semana, entrando em sobrevenda, enquanto o dólar futuro subia mais de 8%. O Tesouro cancelou o leilão de LFTs na terça-feira (27/10), o que surpreendeu, mas foi elogiado pelo mercado, e ontem (29/10) disse não ver, por ora, necessidade de novas intervenções no mercado de títulos. Já o secretário do Tesouro negou que o governo discuta taxar títulos isentos com IOF, depois de o mercado reconhecer como legítimo rever a isenção de LCI e LCA, mas temer uma mudança por decreto.
Pro investidor: o crédito imobiliário mais caro pesa em construtoras e bancos (a JPMorgan, aliás, mantém cautela com bancos brasileiros e vê piora gradual do ciclo de crédito). Do lado da renda fixa, a XP defende mais carrego e prazos curtos, e a InfoMoney destaca o Tesouro IPCA+ ganhando atratividade.
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 29/10/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
Quer aplicar isso ao seu caso?
Faça nosso diagnóstico em 4 minutos ou converse com um consultor Equit. Análise inicial sem compromisso.