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Resposta direta: Do tributo sobre tributo à fila de saques em fundos incentivados
- Crédito privado: títulos isentos de IR (debêntures, CRIs, CRAs) pagam taxas "grotescas" após a eleição, mas gestores alertam que saques em fundos incentivados podem pressionar preços nas próximas semanas (InfoMoney).
- FIIs: vivem a mais longa janela de descontos da história, segundo estudo da Rico, com juros elevados como um dos fatores.
- Fim da escala 6x1: CNI e CNC foram ao STF pedir adiamento das novas jornadas; a CNC quer adiar a redução para 42 horas semanais de dezembro de 2026 para outubro de 2027 (Valor).
- Reforma tributária: a partir de 2027, CBS e IBS aumentarão a base de cálculo dos tributos que substituem, ou seja, "tributo sobre tributo" (coluna do Valor). Em contraponto, a Justiça de São Paulo excluiu IBS e CBS da base do ISS a partir de janeiro de 2027, na primeira liminar conhecida envolvendo o imposto municipal.
- Imposto seletivo sobre bebidas: preocupa o mercado; analistas veem impacto, a princípio, limitado para a Ambev, com incertezas no radar.
- Petróleo: a Camex deve prorrogar até 31/12 a alíquota de 12% do Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto, segundo fonte do Valor.
Para o investidor brasileiro: o carrego alto da renda fixa disputa espaço com FIIs e crédito incentivado. Fique atento a liquidez de fundos antes de buscar yield.
Esta análise faz parte do resumo do mercado de 05/11/2026, com o giro do dia e todas as fontes.
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